Não chamem “Christmas” ao Natal | 19Dez2009 21:11:17

Publicado por: XavierSilva

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por Ingrid Rimland Zundel

Foi realçado há já quase três décadas atrás, pelo Embaixador de Exactidão Histórica, o Emérito revisionista francês, Dr. Robert Faurisson, que a feroz  “Religião do Holocausto" não vai tolerar nada, a não ser a si mesma.

 

Pouco tempo depois, em directo de sua própria boca, o professor de filosofia Israelense Yeshayahu Leibowitz, os Dez Mandamentos do H-maiúsculo foram resumidos assim:

 

1. Lembre-se do que Amaleque (os não-Judeus) lhe tem feito.

2. Nunca compararás O HOLOCAUSTO com nenhum outro Genocídio.

3. Nunca compararás os crimes Nazis com os de Israel.

4. Nunca duvidarás do número de 6 milhões de vítimas Judias.

5. Nunca duvidarás de que a maioria delas morreram em câmaras de gás.

6. Não duvidarás do papel principal do SATANÁS Hitler no extermínio dos Judeus.

7. Nunca duvidarás do direito de Israel existir como Estado Judeu.

8. Não criticarás as principais organizações Judaicas e o governo Israelense.

9. Nunca deverás criticar  as organizações Judaicas e a liderança Sionista por ter abandonado os judeus europeus na era nazi.

10.  Tomarás estes mandamentos literalmente, e nunca mostrarás misericórdia para com os que deles duvidam!

 

Há uma enorme quantidade de pessoas que não vêem nada de errado com os escritos  acima - grotescamente, mesmo aqueles que ainda abraçam a Bíblia que lhes diz que Amaleque é apenas outra palavra para “alemão. Vá a qualquer igreja Judaico-Cristã  e dê uma olhada.

 

Aqueles que gostam de abraçar o Holocausto como uma religião vingativa - e em nossos bairros existe um número excessivo de gente deste tipo – naturalmente desejarão excluir uma religião concorrente. Somos agora testemunhas de uma guerra que é de natureza espiritual, e alguns símbolos, dir-lhe-ão, têm que desaparecer -  entre eles, alguns feriados que servem como vestígios da rocha que foi usada para fundar grandes nações arianas - a saber, a América.

 

O dogma não tem espaço para provas científicas ou argumento sóbrio.  O dogma apenas dita. O Dogma diz: “Tu farás , e tu não farás!”

 

Agora o dogma diz: "Tu não mais chamarás o Natal de Natal!"

 

Mesmo aqueles que já não professam ser cristãos têm ainda um investimento em memórias queridas aos seus corações nos adornamentos reconfortantes do cristianismo, como os feriados cristãos - e nenhum deles , é claro, mais querido no mundo Ocidental do que o Natal.

 

Leia uma reveladora nota à imprensa dos tradicionais quartéis cristãos, estes dias sitiados como nunca antes, nomeadamente a Igreja Católica:

 

3 de Novembro de 2009

 

O INÍCIO DA GUERRA AO NATAL .

 

O Presidente da Liga Católica Bill Donohue observa que a guerra ao Natal de 2009 já começou:

 

Por quase três décadas, tem havido um desfile de Natal em Amelia, Ohio, uma cidade nos arredores de Cincinnati. Mas este ano não haverá nenhum desfile. Isto porque uma pessoa se queixou, a advogada da cidade Laura Abrams. A sua queixa: a palavra "Natal" [Christmas]. Em resposta, a cidade mudou o nome para a “ Parada do Feriado", embora não dissesse qual era o feriado que estava a ser comemorado. Compreensivelmente, esse esquema desonesto criou um  furor, sendo o resultado - só para jogar pelo seguro - não haverá  mais desfile.

 

Este ano não haverá árvore de Natal no relvado do Capitólio em Frankfort, Kentucky. A palavra "Natal" [Christmas] foi considerada ofensiva. Em vez disso, haverá uma "Árvore do Feriado". A versão oficial é que a "Árvore do Feriado" inclui o feriado  de Acção de Graças, o Natal, o Hanukkah  e o Ano Novo, apesar de ninguém alguma vez ter ouviu falar de uma “Árvore de Acção de Graças ", " Árvore de Hanukkah "ou " Árvore do Ano Novo. "

 

Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, um morador de Warren, Michigão decidiu erguer um presépio numa via pública; a mesma família tem mantido esta tradição privada desde então. Mas não haverá um presépio este ano, porque uma acção judicial alega que é discriminatório.

 

Em Olympia, Washington, exibições religiosas têm sido proibidas no interior dos edifícios municipais. Mas fora dos edifícios, está bem. Bem, de facto não é bem assim - ateus já estão protestando contra essa decisão.

 

O estado do Arizona está fornecendo a Árvore de Natal  do Capitólio nacional este ano. Tentativas de proibir os  estudantes de fazer ornamentos religiosos foram derrotadas, mas só por causa de uma ameaça de acção judicial.

 

Não se enganem sobre isso: O inimigo declarado destes fascistas culturais é o discurso religioso, e eles não vão parar por nada para o censurarem. Fiquem atentos, nós estamos apenas no início de Novembro.

 

Susan A. Fani

Directora de Comunicações

Liga Católica para os Direitos Religiosos e Civis

450 Seventh Avenue

New York, NY 10123

212-371-3191

212-371-3394 (fax)

 

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Catholicleague.org

 


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